top of page

Sexo e Sexualidade Feminina

O sexo até há algum tempo era visto somente como algo ligado a reprodução, o prazer era reprimido, por ser considerado pecaminoso ou moralmente condenável.


Mulheres são criadas para servir, para serem obedientes, casar, respeitar seu marido, ter filhos, serem donas de casa, sujeitar-se a um trabalho exaustivo, sem folgas ou reconhecimento. As mulheres não têm sido criadas para gozar, mas para servir, muitas acreditam que não sentem prazer sexual, mas que servem de receptáculo para o prazer do Outro.

Não faça isso, não faça aquilo, “sente igual uma menina”, “não corra, você está de saia!” “Menina não faz isso, é feio” “ você está gorda”, “ já arrumou um namoradinho? ” “ vai ficar para titia” “se engravidou a culpa é sua”. O corpo das mulheres vem sistematicamente sendo doutrinado a ser reprimido e consequentemente os processos que envolvem a apropriação sobre sua sexualidade, sobre seu desejo, sobre si mesma. Conjugando esse processo a lesbofobia, gordofobia, morais religiosas conservadoras, preconceitos raciais e classe temos um cenário de repressão ao prazer.

Além disso, muitas delas não conseguem recorrer a profissionais de saúde, tanto por Tabu, quanto por minimização do sofrimento por esses mesmos profissionais.


A difusão da internet tem sido um ponto de apoio a muitas mulheres na hora de compreender a sexualidade e ajuda-las a sair de situações abusivas e repressoras. A multiplicação do acesso a informação e a diversidade Observada tem se construído, não sem controvérsias, como um ponto de apoio a muitas mulheres.


Apesar dos avanços do feminismo perduram as assimetrias de gênero, na medida em que o exercício da sexualidade, independentemente da prática sexual vivenciada, ainda é permeado por conflitos originados nas questões relativas às construções de gênero, à identidade, à falta de conhecimento.


O ponto aqui é o seguinte: A sexualidade não é um fenômeno biológico, mas cultural, social. Nossa sociedade tem sido produtora de subjetividades doentes e reprimidas. Se você quer saber mais sobre isso, acompanhe a live de quinta, sobre sexualidade feminina e fisioterapia pélvica, comigo e @danielamreis.fisioterapia



Comentários


bottom of page